Quando conhecemos alguém, ou chegamos a um lugar novo a primeira coisa que apresentamos é nosso nome. "Prazer me chamo Ana Maria!"
A gente incopora o nome que tem. Seja Maria, Fernanda, Paula, Roberto, Flávio, Marcelo...
De "A" até "Z" existe uma infinidade de nomes e sobrenomes, e a cada sílaba um dicionário de personalidades.
É estremamente bizarro, já que logo na maternidade a gente "ganha" nosso nome e desde então não se separa mais dele.
Tem ainda quem mude o nome em cartório (ou seja lá aonde). Mas se ao invés de nosso nome tivéssemos outro?
De "A" até "Z" existe uma infinidade de nomes e sobrenomes, e a cada sílaba um dicionário de personalidades.
É estremamente bizarro, já que logo na maternidade a gente "ganha" nosso nome e desde então não se separa mais dele.
Tem ainda quem mude o nome em cartório (ou seja lá aonde). Mas se ao invés de nosso nome tivéssemos outro?
Se ao invés de Ana Maria me chamasse, sei lá, Carlota Joaquina... Ia deixar de ser uma garota tímida, viciada em livros e chocolate, e me tornaria algo parecido com a tal rainha temperamental? Eu ia ser a mesma? Ou ia ser tudo diferente?
Muita doidera para uma hora dessas!
Eu (e meu nome) vamos dormir...
Eu (e meu nome) vamos dormir...
Boa noite!
A.M.
E se em vez de Madalena Lucia eu me chamasse Ana Maria? Seria menos doida e mais tímida? Menos barulhenta e mais silenciosa? Menos comum e mais filosófica? :P
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